Hakimi enfrenta acusação de estupro e julgamento iminente

Hakimi enfrenta acusação de estupro e julgamento iminente

Achraf Hakimi enfrenta acusações de estupro antes da Copa 2026. O lateral marroquino, destaque da seleção e jogador do PSG, enfrenta essas acusações enquanto se prepara para a estreia de sua equipe contra o Brasil na Copa do Mundo 2026. O Tribunal de Apelação de Versalhes decidirá até sexta-feira se o caso irá a julgamento. Hakimi nega as acusações, que se baseiam na palavra da denunciante, enquanto sua defesa questiona a falta de provas materiais.

O principal destaque da seleção do Marrocos, o lateral Achraf Hakimi, que joga no Paris Saint-Germain, é um dos jogadores que o Brasil precisará estar atento durante a estreia na Copa do Mundo 2026, neste sábado. Mas fora dos gramados, ele enfrenta um processo por um suposto estupro e tenta obter a rejeição do caso pelo tribunal, segundo uma fonte próxima ao caso afirmou à agência de notícias AFP. Ainda segundo à agência, a decisão que determinará se o caso vai à julgamento ou não deve ser tomada até a próxima sexta-feira (19).

Portanto, se o prazo for confirmado, o jogador marroquino tomará conhecimento da decisão durante a Copa do Mundo e ainda na fase de grupos. Uma audiência no Tribunal de Apelação de Versalles, em Paris, examinará o caso do jogador marroquino de 27 anos, que pode ser julgado por um suposto estupro. Se o recurso de sua defesa for rejeitado e as acusações não forem reclassificadas como outro crime, o jogador será julgado em uma data que ainda será determinada. Em fevereiro de 2023, uma mulher de 24 anos denunciou para a polícia que Hakimi a havia estuprado. O jogador foi formalmente acusado, colocado sob controle judicial e, finalmente, enviado a julgamento em fevereiro. Hakimi nega qualquer crime.

Procurada pela AFP, a advogada do jogador, Fanny Colin, se recusou a fazer comentários. Durante uma das audiências, Colin alegou que "a acusação se baseia unicamente na palavra de uma mulher que atrapalhou todas as investigações, se recusou a se submeter a qualquer exame médico e teste de DNA, e se negou a fornecer o nome de testemunhas-chave". A denunciante declarou que conheceu Hakimi em janeiro de 2023 pelo Instagram e que foi à casa dele em um táxi solicitado pelo jogador, segundo então uma fonte policial. Ela afirmou que o jogador a beijou, a tocou sem o seu consentimento e depois a estuprou. Segundo a versão dela, depois ela conseguiu enviar uma mensagem de texto para uma amiga, que foi buscá-la.