Frias oferece nova versão sobre patrocínio de filme Dark Horse
15/05/2026, 03:33:03
Introdução
O deputado federal Mario Frias apresentou recentemente uma versão que diverge da de Flávio Bolsonaro sobre o patrocínio de Daniel Vorcaro ao filme Dark Horse. Segundo Frias, essa diferença se dá por uma questão de "interpretação sobre a origem formal do investimento" e destaca que os filhos do ex-presidente não têm ligação com a produção do filme.
Esclarecimentos de Mario Frias
Frias reforçou em suas declarações que o projeto é exclusivamente financiado por capital privado, sem envolvimento de recursos públicos. Ele critica as tentativas de associar o patrocínio a crimes, afirmando que "tentar imputar qualquer tipo de crime à aquisição de patrocínio privado em 2024 é apenas mais uma narrativa tosca que nasceu dentro da própria direita que tenta sabotar a candidatura do Flávio, aproveitada pela esquerda sem escrúpulos".
Nota sobre a origem do investimento
Em uma declaração publicada, o deputado afirmou: "Quando afirmei anteriormente que não há um centavo do Master no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta".
Declarações do Senador Flávio Bolsonaro
Em resposta às alegações de Frias, o senador Flávio Bolsonaro também se manifestou. Ele enfatizou que estabeleceu um contrato com Daniel Vorcaro em dezembro de 2024 e que inicialmente não havia acusações contra ele. Entretanto, tornou-se evidente que Vorcaro não cumpria com as parcelas acordadas. "Sim, tinha um contrato, que ele ao não pagar as parcelas, tinha uma grande chance de o filme sequer ser veiculado, sequer ser concluído. Em função disso, procuramos outros investidores para concluir esse filme", declarou Flávio.
Relação entre os investidores e a produção
Mário Frias também garantiu que "o senador Flávio Bolsonaro e o Deputado Eduardo Bolsonaro não têm sociedade no filme nem na produtora ou com qualquer outra estrutura ligada ao filme". Essa afirmação alivia a pressão sobre a relação dos Bolsonaro com o projeto cinematográfico.
Repercussão nas redes sociais
Na noite da quinta-feira, o deputado publicou uma nova nota em suas redes sociais para enfatizar os receios que os investidores do longa-metragem enfrentaram, citando a possibilidade de perseguição devido à associação com políticos envolvidos na produção do filme.
Questões financeiras e investidores
Conforme reportado pela colunista do GLOBO Malu Gaspar, a produção de Dark Horse recebeu R$ 62 milhões do antigo dono do Banco Master. Essa revelação provocou repercussões significativas na mídia e nas redes sociais sobre a integridade financeira do projeto.
Conclusão
É evidente que a situação envolvendo o financiamento de Dark Horse gerou uma série de declarações e contrapontos entre Mario Frias e Flávio Bolsonaro. Com a clareza de ambos os lados, a expectativa é que os desdobramentos futuros ajudem a esclarecer a posição de cada um sobre a participação financeira no filme.
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