Quando o silêncio responde muito bem à falta de vergonha

Servir de nota de esclarescimento podendo ser vista como resposta ao ignorado - desprezado mesmo - é por servir de ensinamento para o futuro.

Quando o silêncio responde muito bem à falta de vergonha

A literatura nos ensina e mostra, há séculos, que algumas figuras viventes têm a desfaçatez de provocar situações constrangedoras, sendo elas próprias causadoras de vexatórias tentativas de fazer crer que o tempo tudo apaga. Atitude de egoístas, egocêntricos, filhos únicos e narcisistas.

E, para quem detém caráter e dignidade na defesa da verdade, não se aceita, por parte de transgressores do comportamento reto, as subliminares buscas de amortização de condutas agressivas, em conluio com autoridade superior em passado recente, para, como citado anteriormente, tentar desmoralizar o cidadão cuja vida pregressa não comporta tal julgo.

E, como bem deixou de lição para o mundo, de forma atemporal, Sócrates, em seus ensinamentos do período pré-socrático, responde-se aos incautos — transgressores da ética por não aceitarem críticas verdadeiras sobre o próprio descrédito decorrente de suas ações — que, mesmo diante de rebuscadas tentativas de comunicação, a melhor resposta é sempre o silêncio e o desprezo.

Creditos: Professor Raul Rodrigues