Vice do CRB discute liga única para futebol brasileiro

Vice do CRB discute liga única para futebol brasileiro

Vice-presidente do CRB, Eduardo Marinho participou na última segunda-feira da reunião marcada pela CBF com os 40 clubes das séries A e B para debater a criação de uma liga nacional unificada. O dirigente considera essa etapa fundamental para a valorização dos campeonatos nacionais. — Muito satisfeito em participar da primeira reunião da CBF visando, em conjunto com os clubes, à criação da Liga Unificada do Futebol Brasileiro. Trata-se de um passo importante dado pela CBF para que haja os avanços necessários nesse processo, que é longo, mas segue no caminho correto de construção, com diálogo e participação conjunta da CBF, federações e clubes.

No encontro, realizado no Rio de Janeiro, a CBF lançou também um cronograma para debater a liga. Maio a julho de 2026: coleta de sugestões e elaboração de propostas de encaminhamento; Agosto a setembro de 2026: apresentação, ajustes e aprovação das propostas; Outubro a dezembro de 2026: estruturação das fases - comercialização e estatuto da liga.

Segundo Marinho, o CRB ocupa hoje um lugar de destaque nos debates nacionais. — É relevante o papel do CRB nesse movimento, por meio do trabalho do presidente Mario Marroquim, que tem avançado nas relações institucionais e colocado o nosso CRB na posição de um dos protagonistas.

Presidente da CBF, Samir Xaud disse acreditar que a liga vai mudar a prateleira do Brasil em relação aos principais campeonatos do mundo. — Foi um dia histórico para o futebol brasileiro. Pela primeira vez, as séries A e B se reuniram com a CBF para discutir um tema que vai definir o nosso futuro: a criação de uma liga única. Este é um momento que exige responsabilidade, visão e, principalmente, união. A formação de uma liga única tem um objetivo muito claro: valorizar o futebol brasileiro.

Um ponto de atenção para os times da Série B no debate diz respeito à discussão sobre rebaixamento, com a perspectiva de diminuição de quatro para três rebaixados - o que implicaria diretamente as divisões inferiores. Ou seja, uma diminuição do número de rebaixados da Série A reduziria a quantidade de vagas de acesso na Série B.