As três formas de se fazer política em 2026 em Alagoas

Partido a partido, o MDB dominará a ALE, e o PSD e o MDB a federal. Isso seja qual for o governador eleito.

As três formas de se fazer política em 2026 em Alagoas

Objetivo e direto: assim se apresenta o tabuleiro da política alagoana para 4 de outubro de 2026.

Arthur Lira exibe sua chapa proporcional — federal e estadual — como demonstração de força e instrumento de intimidação. Na vitrine: Daniel Barbosa e Fábio Costa (reeleição), Marx Beltrão (quarto mandato), Álvaro Lira (estreante), Nivaldo Albuquerque (retorno), Olívia Tenório (Maceió), Gunnar Nunes (evangélico), Mosabelle Ribeiro (Palmeira dos Índios) e Carol Magalhães (sertão).

Na União Progressista para a Assembleia: Fernando Pereira (base consolidada), Antonio Albuquerque (longevidade), Delegado Leonan e Mesaque Padilha (reeleição), Rose Davino (saúde e social), Ceci Hermann (gestão bem avaliada), Angela Garrote e Neno da Laje (força regional).

Mas falta o principal: governador, vice e Senado. Sem majoritária definida, impressiona — mas não decide.

JHC apela nas redes por filiações populares ao PSDB, apostando no discurso de “clamor do povo”. Ainda assim, em política, traição não se justifica — e não se esquece.

Do outro lado, Renan Calheiros, Renan Filho, Paulo Dantas e Marcelo Victor entram em campo com máquina, estratégia e poder de fogo — inclusive com espaço para o fogo amigo na oposição, se necessário.

Com chapa completa e musculatura eleitoral, têm fôlego para o confronto. E, no fim, a disputa tende a um único algoz.

Creditos: Professor Raul Rodrigues