Suspeito de mandante do assassinato do CRB se entrega

Suspeito de mandante do assassinato do CRB se entrega

Suspeito se apresenta à polícia

O suspeito de ser o mandante do assassinato do coordenador das categorias de base do CRB, Johanisson Lima, o "Joba", se apresentou à polícia na noite da última segunda (26). De acordo com a polícia, o suspeito, identificado apenas como Ruan, está sob custódia. Ele se apresentou acompanhado do advogado Napoleão Júnior, responsável pela defesa de Ruan. A delegada Tacyane Ribeiro informou durante entrevista coletiva que Ruan é historiador e não possui antecedentes criminais. Joba, de 33 anos, foi assassinado a tiros, na manhã da última sexta-feira (23), no bairro da Santa Lúcia.

Detalhes da apresentação e do interrogatório

Ruan, suspeito de ser mandante do assassinato de Johanisson Lima, o Joba, coordenador das categorias de base do CRB, se apresentou à polícia na noite da última segunda-feira (26). A informação foi confirmada pela Polícia Civil. Ele se apresentou acompanhado do advogado Napoleão Júnior. "Ontem ele foi apresentado à autoridade policial para tentar esclarecer os fatos. Após o interrogatório foi dada voz de prisão, isso porque as delegadas representaram à prisão preventiva, de modo que ele permaneceu preso, na Central de Flagrantes. Hoje ele deve ser encaminhado ao fórum do Barro Duro, para participar de audiência de custódia", explicou o advogado.

Negativa das acusações e andamento da investigação

Ainda de acordo com a defesa de Ruan, ele nega veementemente o pagamento de R$ 10 mil pelo cometimento do crime. "A polícia levantou a informação que haveria participação da Letícia, ex-companheira do Joba, e eu perguntei ao Ruan. Ele se manteve em silêncio e só disse que a conhecia. Não falou nada sobre relacionamento com ela". A delegada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tacyane Ribeiro, informou durante entrevista coletiva que Ruan é historiador e não possui antecedentes criminais. Ele confirmou apenas informações básicas, como o nome e profissão, mas não colaborou com a investigação.

Motivações para o crime

Johanisson Carlos Lima Costa, o "Joba", de 33 anos, foi assassinado na manhã da última sexta-feira (23), em Maceió. A delegada Tacyane Ribeiro explicou que o crime foi motivado por ciúmes e que o mandante pagou R$ 10 mil pela execução. "Não tem nada a ver com briga de torcida organizada, mas uma questão pessoal. O Ruan contratou essas pessoas para matar a vítima. O plano estava arquitetado desde dezembro do ano passado. Foram 10 mil reais [o valor para a execução]. R$ 4 mil foram pagos na terça-feira, antes do crime", comentou a advogada.

Consequências e investigações adicionais

Três suspeitos de terem envolvimento no assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa morreram após uma troca de tiros com a polícia. A delegada Tacyane Pinheiro explicou que o trio foi localizado após a moto que deu fuga ao executor do crime ser localizada. Os suspeitos que resistiram à abordagem foram feridos e não resistiram aos ferimentos. Com eles, a polícia apreendeu armas e capacetes.