Alagoana morta em Tremembé: conheça Ivia Estefânia
23/01/2026, 12:09:48
Tragédia em Tremembé: O Caso de Ivia Estefânia
Ivia Estefânia da Silva de Castro, de 40 anos, foi assassinada com golpes de faca no último sábado (17) em Tremembé, São Paulo. Sua morte violentamente trágica repercutiu entre familiares e amigos, levantando questões sobre segurança e justiça. A suspeita de cometer o crime foi presa em flagrante imediatamente após o incidente.
Nascida em Messias, no interior de Alagoas, Ivia era uma mãe de 10 filhos e era conhecida por sua simpatia e alegria. A irmã de Ivia comentou: “Soubemos da morte no sábado à noite. Mas tivemos a confirmação depois do vídeo. Horrível, eu nem vi. Ela estava morando há nove meses em São Paulo, foi com quatro filhos e o pai das crianças. Eles estavam casados na época.”
A Dinâmica Familiar
No trágico dia do crime, Ivia segurava um de seus filhos no colo, um menino de apenas quatro anos. A família se preocupou com o bem-estar das crianças, que agora estão sob os cuidados do Conselho Tutelar de São Paulo, incluindo um menino de nove anos, um de sete e uma menina de cinco anos.
Desafios e Apelos da Família
A mãe de Ivia, com 62 anos e residente em Araucária (PR), fez uma viagem até a capital para reconhecer o corpo da filha. Entretanto, a família enfrenta dificuldades financeiras na tentativa de repatriar o corpo para Alagoas. “O translado do corpo é muito caro e nós não temos condições. Estamos fazendo uma campanha para trazer a minha irmã de volta, mas o valor mais barato que encontramos foi de R$ 6 mil,” relatou a irmã Iverlânia da Silva de Castro, de 41 anos.
A Busca por Justiça
Iverlânia também fez questão de expressar o clamor por justiça, ressaltando a felicidade que sua irmã trazia à vida de todos ao seu redor. “Minha irmã era uma pessoa muito, muito alegre. Gostava de se divertir e era querida por todo mundo. Estamos buscando justiça.” A comunidade e amigos se uniram em apoio à família neste momento difícil, mostrando que apesar da dor, a memória de Ivia permanecerá viva.
Esta perda dolorosa leva a reflexões sobre a necessidade de um sistema que proteja suas vulneráveis. A luta da família por justiça e a lembrança de uma vida dedicada aos filhos e à felicidade é um testemunho de sua força.
