Suspeito de latrocínio é preso em Maceió após crime brutal

Suspeito de latrocínio é preso em Maceió após crime brutal

Um homem foi preso nesta quarta-feira (10), durante uma operação da Polícia Civil, suspeito de envolvimento em um crime de latrocínio ocorrido em maio deste ano. A vítima foi identificada como Davi da Silva e morreu com golpes de martelo na cabeça. Segundo as investigações, Davi era agiota e os criminosos deviam a ele. Na época do crime, Davi da Silva foi encontrado morto com três golpes de marreta na cabeça dentro de um imóvel no Alto da Alegria, no Benedito Bentes.

De acordo com a Polícia Civil, os autores mataram o homem e levaram o dinheiro que havia em sua casa. Já são dois presos e outros três suspeitos continuam sendo procurados.

O delegado Thiago Prado comentou sobre a prisão, ressaltando que cinco pessoas estão envolvidas no homicídio. Uma delas já havia sido presa anteriormente, enquanto outras três ainda são alvos das investigações. A prisão de hoje aconteceu em flagrante, além do envolvimento no assassinato, o suspeito foi detido por tráfico de drogas.

"Durante o cumprimento dos mandatos de busca e apreensão, encontramos aqui na casa desse suspeito, farta quantidade de droga, de entorpecente, do tipo cocaína, além de dinheiro trocado, balança de precisão, droga ainda em bloco, pinos para fracionamento da droga, 'sacolé', até maquineta de cartão e caderno de anotação com o controle dos devedores de droga perante esse traficante. Ele está sendo autuado em flagrante delito pelo crime de tráfico de entorpecentes e será apresentado ao Poder Judiciário", relatou o delegado.

Na época do crime, Davi da Silva foi encontrado morto com três golpes de marreta na cabeça dentro de um imóvel no Alto da Alegria, no Benedito Bentes. A perícia apontou que a cena apresentava sinais de luta corporal, com sangue espalhado, móveis revirados, além de uma faca e um martelo encontrados no local. Segundo familiares, a vítima havia consumido bebida alcoólica com outros dois homens antes de ser assassinada.

O delegado ainda disse que Davi não tinha envolvimento em atividades criminosas, nem passagens pela polícia. Familiares afirmaram que ele emprestava dinheiro a juros a terceiros, o que caracteriza agiotagem. Os autores do crime teriam pegado dinheiro emprestado com ele e houve uma discussão sobre o pagamento dessa dívida antes do assassinato.

Após matar Davi, os homens levaram todo dinheiro em espécie que havia na casa da vítima, o que caracteriza o crime de latrocínio. A Polícia Civil continua as investigações para localizar os demais envolvidos na morte.