Serei o primeiro a escrever sobre, mas muitos já falaram sobre onde o grupo Toledo irá.

"O político tem que ter duas identidades." Lamenha Filho ex-governador de Alagoas.

Serei o primeiro a escrever sobre, mas muitos já falaram sobre onde o grupo Toledo irá.

O tempo cura cicatriza e por fim a vida continua. Este sempre foi ritmo da humanidade. E, alguém terá que começar a escrever sobre o tema, e, prefiro que dentre todos, que sejamos nós.

Para onde irá se encaminhar politicamente o grupo Toledo?

Sem o comando e voz de Alexandre, o grupo intitulado de Toledo, seguirá o caminho mais natural da política; o da lei da gravidade!

Se permanecer sozinho não chegará a lugar algum. O timoneiro sempre foi Alexandre, e sem ele a Mesa Redonda não ficou vazia quanto acéfala de uma única liderança. As lideranças ali situadas são pequenas para a envergadura de AT. E um grupo precisa de um líder. E no grupo não existe.

Um líder une, e sem esta característica o grupo não atinge à união de rebanho.

Todavia o grupo terá que caminhar politicamente porque ninguém consegue abrir a porta da política, adentrar ao meio e depois sair como se fosse um estranho ao ambiente do bate-papo e das elucubrações do futuro. E no grupo Toledo ficaram lideranças de pequeno porte, e que os demais políticos enxergam como possíveis aliados.

A arte da política é a da soma, portanto alguém há de querer somar – leia-se “somar-se” – aos pequeninos órfãos na tentativa de engrossar o caldo em suas fileiras.

Március Beltrão pode ser uma vertente natural do processo da Lei da Gravidade por meio da sua pré-candidatura a deputado federal, atendendo a preceitos óbvios da quebra das amarras e das reações emocionais, todavia o tempo lhes ensinará que sozinhos a floresta tem Lobo Mau.

Ronaldo Lopes por está como prefeito também pode representar uma porta de acolhida para os que não aceitarem e resistirem ao nome Beltrão, porém a realidade de que Alexandre se foi e não mais voltará, servirá de remédio para curar os corações mais duros. Ninguém deixou de ser eleitor, logo terão que exercer a obrigação de votar e assim escolher dentre os demais quem mais lhe agrada.

Uma terceira via em Penedo é estória em quadrinhos, coisa de Dom Quixote De La Mancha, e aqui nunca nasceu nem nascerá um Lancelotti para defender a Távola Redonda.

Finalizando, e, antecipando-me aos fatos afirmo: podem-se contar os dias para as primeiras aparições das uniões tomarem forma.

Creditos: Raul Rodrigues