Quando o ativismo se sobrepõe ao cidadão

Tudo passou uma Guerra Cultural

Quando o ativismo se sobrepõe ao cidadão

Como poderíamos dividir o Brasil por entre as suas maiores densidades eleitorais? Como ativistas. Não como cidadãos eleitores.

Antigamente se tentava estudar para se entender e até explicar o efeito do petismo nas mentes dos petistas, e alguns cientistas opinaram por dizer que era uma espécie ocupação de parte do cérebro contaminada pelo ativismo petista que não permitia que os petistas conversassem com quem não fosse da mesma ideologia.

Eles não acreditavam nem acreditam que Lula fez parte do esquema do Mensalão, Petrolão e dos empréstimos a países pobres que jamais poderiam pagar tais montantes dos recursos do Brasil. O petista não se permitia discutir nem sequer a prisão de Lula.

Mas era só esse grupo de ativistas que existia no Brasil. Agora são dois.

Os ativistas bolsonaristas que não conseguem enxergar erro algum em Bolsonaro. Mesmo que as provas já estejam expostas a olhos nus.

Logo, deixamos de ter cidadãos eleitores, para termos ativistas eleitores.

São as Torres Gêmeas destas eleições.

Creditos: Raul Rodrigues