O que diriam os autores da História do Brasil sobre o atual momento? Lula perseguido, Dilma inocente, Bolsonaro vítima do Covid-19?

Os órgãos de apoio ao pensamento Iluminista dos poderes harmônicos, porém independentes, estão em emissário submarino.

O que diriam os autores da História do Brasil sobre o atual momento? Lula perseguido, Dilma inocente, Bolsonaro vítima do Covid-19?

 

Citamos em título apenas os maiores escândalos dos últimos dez anos, mas Collor também foi julgado inocente pela egrégia Corte do STF, e que, portanto, não deveria ter sofrido Impeachment. Lula aparece em recente história como um “inocente” mesmo que todas as provas acostadas aos processos tenham sido colhidas por autoridades federais, e julgadas por várias instâncias do judiciário, magistrados de maior envergadura inclusive ministros do STF, Já Dilma Rousseff inocente no caso Pasadena, e dito pelo seu algoz, Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados Federais que por pouco a ex-presidente não escapa do Impeachment caso fosse à segunda votação, e por fim, Bolsonaro deve não tem nenhuma culpa pelas mais de 360 mil mortes por Covid-19.

Qual dos dois é o inocente? Lula ou o STF?

Nossa história descrita por LG Mota Carvalho, autor de livros sobre a História do Brasil e os demais autores das décadas de 50/60/70 e até 1980, fica completamente vencida pelas idas e vindas diante dos fatos “desdobrados” pela Operação Lava Jato, que “inocenta” ao ex-presidente Lula como sendo montada uma peça teatral em Curitiba, corroborada pelas Cortes, da 4ª Turma do judiciário do Rio Grande do Sul, do STJ, e em agravo maior ainda, por membros do STF. Estamos diante da falência dos órgãos mais importantes da justiça do Brasil. Fórum incompetente – a justiça de Curitiba – Juiz parcial, investigadores suspeitos, procuradores da república como parte interessada na condenação, e na foz do judiciário, o desembocar de um rio Nilo de depoimentos de ministros do STF – Gilmar Mendes – como definindo a atuação do PT como uma “cleptocracia” instalada no país “para se eleger gente até 2038”.

Não vivemos dos nossos melhores dias. Nem na justiça, nem na política, e muito principalmente, dos nomes dos nossos políticos.

As maiores lideranças estão podres, quem as julga em avançado estado de decomposição por se tratar de seres humanos – biodegradáveis – mas que deixam rastros de injustiças, e nas esferas menores o teatro dantesco das Divinas Comédias!

Creditos: Raul Rodrigues