Novas informações sobre caso Codevasf, para ida da sede da empresa para Maceió
27/02/2023, 19:37:58Como políticos vivem de holofotes, tempos atrás o senador Rodrigo Cunha disse ter evitado tal transferência. E agora José? José para onde...

Após novas buscas por informações sobre a transferência da sede da 5ª SR da Codevasf, desde a sua criação ainda como Comissão do Vale do São Francisco, substituída em 28 de fevereiro de 1967 pela Suvale – Superintendência do Vale do São Francisco – pelo Decreto de Nº 292, cujo inteiro teor poder ser comprovado neste Link Decreto-lei Nº 292 de 28 de fevereiro de 1967, sendo depois também substituída pela Codevasf – Companhia do Desenvolvimento do Vale do São Francisco – em 16 de julho de 1974, pela de Nº 6.088, cujo inteiro teor também pode ser comprovado pelo Link a seguir Lei de Nº 6.088 que cria a Companhia do Desenvolvimento do Vale do São Francisco - Codevasf, encontramos as seguintes e informações:
Que a sede da empresa está realmente e em caráter irrevogável, sendo transferida para a capital do estado, Maceió, e não tão somente pelas razões justificadas em artigo anterior de nossa autoria, que versava sobre a ida apenas do escritório da Superintendência com alguns diretores, mas sim com mais de setenta funcionários cujas novas transferências estão de acordo com a resolução 188/2023, aprovada pela Diretoria da empresa em Brasília, que inclusive alterou o Regimento e o Estatuto da Codevasf para acomodar tal mudança.
Em Maceió irão trabalhar Gerentes, chefes de Unidades e os Analistas, cujas transferências acontecerão tão logo as ordens da Superintendência da 5ª SR de pleno acordo com o determinado pela Resolução 188/2023 cobrem tais obrigações.
Em Penedo ficará apenas um escritório de apoio técnico para os perímetros irrigados e nada mais.
Com base nestas novas informações que podem ser colhidas no próprio site da Codevasf, revertemos a nossa opinião anterior, para denunciar que o descaso trazido pelas autoridades que comandam a Codevasf para Penedo com tal transferência – fomentada pela política da desunião entre as lideranças alagoanas em Brasília, fazem cumprir a Lei da briga do mar com a pedra: “quem sempre morre é o siri”.
