Nada mais simboliza o fim das eleições que a as reuniões de Lula com Lira e Pacheco.

Enfim um país em paz.

Nada mais simboliza o fim das eleições que a as reuniões de Lula com Lira e Pacheco.

Escrevemos ontem que, hoje, quarta-feira, dia 09/11, seria o Dia D ou Day After Day para se provar que os insatisfeitos fizeram papel de tolos durante manifestações contra o resultado das eleições. E quem esperou o Relatório das Forças Armadas quanto à legitimidade das urnas, ficou tão decepcionado quanto Bolsonaro à espera de um milagre.

Acompanhei as eleições internas no colégio eleitoral – congresso nacional – quando o eleito foi Tancredo Neves e o empossado José Ribamar Sarney rasgando a Constituição em vigor. Nem a morte de Tancredo mudou o resultado da eleição.

De lá para cá, vi e votei em todas eleições municipais – a exceção de uma – e todas as eleições gerais deste país. Nunca, em tempo algum, houve posse do segundo colocado. Perdeu acabou!

Mas o nível de politização das pessoas que fizeram manifestações, somente vem a demonstrar o qual emocional ainda é parte do nosso eleitorado. E olhe que se dizem politizados.

O estado democrático de direito reza pela Constituição Federal que após o fim das votações e apuradas as urnas, o resultado está de posse do Superior Tribunal Eleitoral – STE – para proclamar o eleito. E nada mais será dito nem escrito.

E, hoje terminadas as reuniões entre o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, com os presidentes da câmara dos deputados federais e do senado da república, resta apenas e tão somente a consagração dos acordos para a aprovação d – PEC – para salvaguardar a promessa feita por Lula sobre o Auxílio de R$ 600,00 (seiscentos reais) e outros encaminhamentos de ordem do orçamento, sem que se insurjam movimentos de insegurança jurídica com intencionalidade de desestabilizar ao futuro governo.

E isto foi firmado com o presidente da câmara federal, o deputado federal, Arthur Lira, em troca da não participação de Lula nas eleições para a presidência da câmara federal, como também pelo presidente do senado, senador Rodrigo Pacheco, que tentará a reeleição, dando total sinalização de que o Brasil já tem um novo presidente eleito, e com um país pacificado.

Política é arte de se transformar o impossível em exequível.

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Creditos: Raul Rodrigues