Em 2022 as eleições gerais cheiram a cruzada jurídica

E os que avocam o direito líquido e certo de que há fraude, as provas são sempre a chave do problema. Ninguém acha.

Em 2022 as eleições gerais cheiram a cruzada jurídica

Pelo que se está desenhando, até outubro deste ano, e ao que nos parece, também depois, as eleições gerais serão conduzidas em meio a uma cruzada jurídica.

Os bolsonaristas não confiam nas urnas eletrônicas. E segundo a literatura mundial a todos é dado o benefício da dúvida.

Do outro lado, os senhores ministros do Supremo Tribunal Federal – STF – e do Tribunal Superior Eleitoral – TSE – já defendem que a Constituição Federal – CF – será cumprida à risca, como se fosse um alerta a provocações.

E do lado dos demais candidatos a presidente e seus partidos, o silencio impera por serem experimentados navegantes do mundo das eleições.

Nessa trilogia a que denominamos de bípede emplumado – ave de sonho de consumo – opinamos apenas sob o ângulo da pedra fundamental da justiça: se as urnas são e foram fraudas, nunca tivemos os verdadeiros vencedores pelo voto popular ou sufrágio universal em mandatos.

Nunca tivemos governo, e nunca elegemos nenhum dos eleitos.

É complicado...   

Creditos: Raul Rodrigues