Dois grandes pontos da polêmica entre ter ou não ter plano de saúde ou seguro!

Isto sem contarmos que fora os acidentes ainda ocorrem os roubos, assaltos e outras sinistralidades

Dois grandes pontos da polêmica entre ter ou não ter plano de saúde ou seguro!

As pessoas fazem as contas sempre contando com advento da sorte; ah, eu já tenho 40, 50 ou 60 anos e somente fui ao médico algumas vezes, e, se compararmos as mensalidades do plano durante esse tempo estaria jogando dinheiro fora. Neste viés a razão lhe parece existir e convencer a quem contou com a sorte.

Mas o plano de saúde cobre consultas médicas, cirurgias eletivas e/ou de urgência, acompanhamento médico para tais procedimentos, e em alguns casos, a liberação dos medicamentos para o tratamento, como o do Câncer que invariavelmente termina com sessões de quimioterapia e/ou radioterapia que são caríssimos e que os planos de saúde cobrem.

Apostar na sorte é algo como jogar na mega sena. E quanto mais longeva seja a vida do paciente mais cuidados com a área médica há que requerer.

Mas não ter plano de saúde é se preparar para vender o que tem em caso de um sinistro, – acidente de carro ou moto ou em quaisquer que sejam as outras situações possíveis, – e que cobram o tentar salvar a vida.

Quanto aos planos de seguros, é outra área na qual muitas pessoas preferem se arriscar sabendo que proteger o seu bem, carro, moto ou residência, nunca irá ser caro.

Vivemos tempos em que o trânsito naturalmente nos põe em risco constante com tantos veículos, e principalmente motos, que nos cercam tocam e arranham nossos veículos e por mobilidade mais rápida, nos deixam falando sozinhos. O arrancar de retrovisores tem sido uma constante incluindo-se a sinistralidade natural das quebras de para-brisa e faróis. E isto o seguro cobre.

Discutir com quem tem a mente fechada é como debater religião e futebol.

Mas daí se convencer de que ter seguro de um bem – hoje caro como são os carros e motos – em troca da sorte de nunca bater ou ser batido, em caso das motos cair ou ser derrubado, é como buscar a razão do abstrato, daquilo que somente a própria pessoa enxerga como razoável, o risco de não fazer o seguro é jogar toda semana nas loterias da vida.

As chances são de milhões contra uma.

Não nos contestem. Falem com quem perdeu por não ter plano de saúde e seguro.

Mas o mundo também foi feito para os teimosos.

 

 

 

Creditos: Raul Rodrigues