Comércio não mais mudará perfil ensinado pela pandemia; as duas formas irão perdurar.

Antigamente as distâncias entre loja e cliente eram menores, e o contato com produto indispensável. Hoje as imagens falam.

Comércio não mais mudará perfil ensinado pela pandemia; as duas formas irão perdurar.

É a lição ensinada pelos tempos pandêmicos. As maneiras, presencial e pelo Delivery, de atendimentos não mais serão separadas do agora por diante. É a máxima deixada pela experiência vivida por todos faz um ano oito meses do Covid-19.

O cérebro humano age de acordo com as suas necessidades, e é assim desde os tempos do Homo Sapiens levando ao corpo as mensagens do que ele precisa para sobreviver. Desde a necessidade dos alimentos até a do lazer. O cérebro comanda e o corpo realiza.

Quando sentimos fome específica – vontade de comer tomate, manga, goiaba, carne ou algum outro tipo de alimento identificado – é exatamente porque necessitamos das substancias químicas que compõem aquele alimento. Assim mesmo os meninos comem o barro das paredes quando afetados por verminoses específicas.

E assim o nosso cérebro foi levado ao convívio com as compras on-lines e que deram certo por comodidade e facilidades, trazendo uma espécie de hábito ao novo modus operandi do momento.

Portanto, vida que segue com aquilo que nossa mente – cérebro – se adequa e nos oferece mensagens de que foi e é bom.

 

Quem não evolui fica no passado. Lojas físicas irão continuar, mas com as virtuais que foram aceitas pela sociedade. 

Creditos: Raul Rodrigues