As campanhas maquiadas no Brasil e em Alagoas
29/08/2022, 12:42:14Da mesma torneira das candidaturas kamikazes correm as candidaturas de Soraya e Felipe D'ávila. O futuro dirá mais uma assertiva desse redator.

São várias as campanhas de maquiagem conscientes espalhadas pelo Brasil a fora, entre nomes que servem de percentual para que os partidos montem as chapas completas, ou dentre elas, candidaturas para esconderem derrotas anunciadas como certas, ou ainda para os candidatos(as) se tornarem personalidades conhecidas para futuros embates políticos. Ou ainda para as duas faces da mesma moeda.
No Brasil temos a campanha da presidenciável Simone Tebet que seria vítima de uma derrota irreversível para o senado contra a ex-ministra da agricultura, Tereza Cristina do PP, é fato incontestável.
Como saída honrosa e para não macular a sua carreira política com uma derrota em linha direta para o cargo que ocupa, Tebet decidiu então partir para disputa presidencial ciente da fragorosa derrota, mas compreensível pela polarização entre as duas torres gêmeas – Lula e Bolsonaro – o que lhe garante uma saída honrosa do senado da república, e não por uma derrota direta.
Simone Tebet também enxerga a manutenção do seu nome em expansão pela campanha nacional, para futuras decisões políticas. 2024 tem novas eleições!
Em Alagoas, Davi Filho partiu para uma eleição kamikaze para o senado da república, mas seus objetivos são bem claros: usar o fundo eleitoral para se promover diante do grande eleitorado alagoano, e se preparar para uma nova investida política, na qual o seu nome passe das lides de uma votação para deputado estadual.
Sua candidatura não passa dessas intenções. Pois as chances de vitória estão no ZERO ABSOLUTO DA ESCLA DE KELVIN.
Outras “candidaturas também não passaram de vitrine para “futuros apoios” cuja conversa passa pelo faz-me-rir.
Mas esse tema servirá para outro artigo.
