A grande fusão de interesses que pairam sobre as eleições 2022
14/02/2022, 16:25:09Os candidatos de uma mesma cidade não possuem senso de equipe para diminuindo o número vencerem as eleições.

A primeira fusão é à entrada da FERDERAÇÂO como forma de aglutinar partidos em uma mesma “coligação” cujas imposições partidárias não permitam uma breve ruptura dos eleitos para com as bases partidárias que conjugadas em tempo verbais confundem passado com presente, pretérito perfeito com imperfeito e destrona o chamamento de coligação apenas por detalhes.
Na verdade a FEDERAÇÂO será uma brecha legal para se fazer o que sempre se fez nas eleições brasileiras: aos nanicos os tacos de tapioca, aos grandes o caviar. Isto nas conjunturas nacionais.
Nas estaduais as “uniões” serão todas elas dentro dos interesses dos mais fortes, aqueles que mandam em seus cofres: governador e presidentes das ALEs. Daí sairá aos nomes para governador, vice-governador, senador e deputados federais pré-definidos como eleitos, e os que não se conformarem que façam biquinhos. Ou beicinhos.
Já nos municípios as fusões irão definir quem pensa realmente no município ou em si, pois há como se fortalecer duas ou três candidaturas para deputado estadual em locais cujas densidades eleitorais são por demais conhecidas como pequenos colégios eleitorais, para se chegar a ALE.
Assim se poderá saber quem de fato armazena a vontade defender o município, a cidade e sua terra.
Quem divide fortalece municípios como Girau do Ponciano, Cajueiro, Limoeiro de Anadia, quando Alagoas tem em sua história as maiores cidades interioranas perdendo espaços para regiões que nunca galgaram cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado, casos comprovados nas últimas legislaturas.
Penedo, São Miguel dos Campos, Arapiraca, Palmeira dos Índios dentre outras perderam suas bandeiras dentro da ALE e cada uma delas padece da ausência de sua voz dentro do governo estadual.
Quem não tem voz, não tem vez!
