A premissa de uma derrota é a soberba.

Passos errados na política enterram politicamente aos ambiciosos

A premissa de uma derrota é a soberba.

Conheço um pouco ou quase nada da história política do Brasil, de Alagoas, e de Penedo, a dos últimos cem anos. 50 anos vividos dentro dela, os outros 50 contados pelos maiores políticos que ocuparam a prefeitura da cidade.

E entendendo ser a “arte da traição” uma das melhores definições da política, e sempre torno plana as minhas análises sobre o passado, presente e o futuro com grande margem de assertivas. E isto é reconhecido e de domínio público.

Já participei de dezenas de campanhas aprendendo sempre com as derrotas e as vitórias. E uma das grandes lições que guardo na memória e em meus alfarrábios para sempre me lembra é que a soberba é um veneno letal.

Subestimar aos adversários é a mesma coisa que abrir a porta da mansão da sua segurança. É achar que o seu pensamento é sempre o certo e perfeito. E, Arnold Schwarzenegger, em dos seus marcantes filmes quando questionado sobre seus métodos responde: “achar é a mãe da burrice”.

Assim estou a enxergar que esse recorrente erro persegue a alguns políticos que se acham autossuficientes e sabedores de tudo. Mas na verdade são tão frágeis que cometem erros em série.

Perdem a confiança de quem “segue” pelo imediatismo compulsivo, e se destrói por entre as dúvidas que plantam nos terrenos por onde passam.

Achar que “novas lideranças são verdes de mais” pode custar a aposentadoria compulsória.  

Caldo de galinha e humildade não faz mal a ninguém.

Creditos: Raul Rodrigues